"As pessoas são hipócritas, dizem que querem a verdade, mas vivem constantemente na mentira por terem medo de mostrar as suas reais vontades." Dr. House


sábado, 20 de setembro de 2014

"Política"

   Isso não é atual, mas a besteira continua a mesma coisa.


Não tem mais nada útil para fazer?
Como baixar os preços dos itens do supermercado, que aumentam cada vez mais?
Acho que foi dito que o preço da cesta básica ia baixar, mas não é isso que eu estou vendo.
Quem sabe ao invés de brincar de violonista, não assumes o cargo de Presidenta que o povo "inteligentemente" te deu?



Bem, do jeito que o governo, a economia, a saúde, a educação e todo o resto aqui no Brasil está, só fazendo mesmo essa cara de "ai ai, e eu tenho que aguentar tudo isso... Só sei que nada sei".


Essa é para fechar com chave de ouro.
Como é que vai alcançar as notas com menos um dedo? Acho que vai ficar complicado de tentar tocar qualquer coisa que seja...

Fico por aqui,
Até a próxima.




sábado, 13 de setembro de 2014

Racismo absurdo

Não concordo em nada com o que o ser que escreveu o texto.
Por que deve ser o Grêmio o bode expiatório para os outros?
Que eu saiba outros clubes também tiveram atos absurdos e ninguém nem esportivamente, nem juridicamente tirou o clube dos campeonatos. Lembro do caso dos torcedores que jogaram dois vasos sanitários e mataram um rapaz. Também tem aquele time que matou uma criança com fogo de artifício e ninguém saiu de campeonato nenhum.
O que isso quer dizer? Que a morte vale menos do que o racismo? Os dois são tão péssimos quanto e isso não pode acontecer, mas punir os times de forma diferente diante de atos absurdos de seus torcedores é, no mínimo, beócio.
Entendo que o ocorrido partiu de torcedores gremistas, mas francamente, por mais que queira o Grêmio não pode ter controle absoluto sobre os milhares de torcedores que tem. Quer dizer, um torcedor coloca a camisa do Grêmio e sai por aí matando pessoas ou sendo racista e o Grêmio vai ser culpado e excluído de um campeonato por causa de um louco? E não me refiro só ao Grêmio, falo de todos os times.
Acredito que toda e qualquer pessoa que tiver uma atitude absurda como as que presenciamos, que seja punida severamente, mas que não generalizem. Fiquei sabendo que um cara que estava com a camiseta do Grêmio em determinado estado e de repente um monte de gente surgiu para bater no cara que não tinha nada a ver com a atitude estúpida da guria. Será que alguém aqui consegue entender o que estou dizendo?
Por que generalizar as punições se as atitudes foram feitas por pessoas e não pela entidade Grêmio? Quem faz o crime deve pagar.
Mania desgraçada que as pessoas tem em colocar tudo em um mesmo saco e dizer que é tudo igual. Nem gêmeos são iguais. Isso, pela lógica ilógica das pessoas, quer dizer que se meia dúzia de pessoas teve atitude racista quer dizer então que todos os torcedores gremistas são racistas e o que time prega o racismo? É isso? Porque é isso que eu entendo ao observar os acontecimentos.
Só que tudo isso é engraçado. Quando inventaram as cotas nas universidades, as cotas nos concursos ou em que inferno seja, ninguém parou para pensar que os negro, índios e sei mais que raça são inteligentes. Por que deixar um número x de vagas reservadas a eles. Isso não seria uma forma de dizer que eles são inferiores aos outros.
Minha chefe comentou certa vez que ao levar o filho para as provas do vestibular, ouviu um negro dizendo que não ia se preocupar-se em estudar, pois a vaga dele estava garantida. Isso é certo? As pessoas vão acabar se baseando: "ô pra quê estudar? Sou de escola pública." "ô pra que estudar se só a cor da minha pele já me garante a vaga?" "Por que vou estudar se sou indígena?" E por aí vai. Sei que existem os que estudam mesmo, mas as benditas cotas serviram mais para deixar o "pessoal diferente" se achando porque tem lugar garantido na universidade.
Nota: Estudei minha vida toda em escola pública e nem por isso sou mais inteligente que ninguém.
Posso estar redondamente enganada, mas no momento em que a sociedade inventa de dividir a sociedade em a, b ou c, dá problema. Se as criaturas querem tanta igualdade então que façam uma prova justa e igual para todos. Entra quem tem nota mais alta e não quem é isso ou aquilo.
Mas... isso é só minha humilde opinião.
"Só sei que nada sei."


Racismo consiste no preconceito e na discriminação com base em percepções sociais baseadas em diferenças biológicas entre os povos. Muitas vezes toma a forma de ações sociais, práticas ou crenças, ou sistemas políticos que consideram que diferentes raças devem ser classificadas como inerentemente superiores ou inferiores com base em características, habilidades ou qualidades comuns herdadas. Também pode afirmar que os membros de diferentes raças devem ser tratados de forma distinta.[1
Alguns consideram que qualquer suposição de que o comportamento de uma pessoa está ligado à sua categorização racial é inerentemente racista, não importando se a ação é intencionalmente prejudicial ou pejorativa, porque estereótipos necessariamente subordinam a identidade individual a identidade de grupo. Na sociologia e psicologia, algumas definições incluem apenas as formas conscientemente malignas de discriminação.[4] [5]
Entre as formas sobre como definir o racismo está a questão de se incluir formas de discriminação que não são intencionais, como as que fazem suposições sobre preferências ou habilidades dos outros com base em estereótipos raciais, ou formas simbólicas e/ou institucionalizadas de discriminação, como a circulação de estereótipos étnicos pela mídia. Também pode haver a inclusãom de dinâmicas sócio-políticas de estratificação social que, por vezes, têm um componente racial. Algumas definições de racismo também incluem comportamentos e crenças discriminatórias baseadas em estereótipos culturais, nacionais, étnicos ou religiosos.[2] Uma interpretação do termo sustenta que o racismo é melhor entendido como "preconceito aliado ao poder", visto que sem o apoio de poderes políticos ou econômicos, o preconceito não seria capaz de manifestar-se como um fenômeno cultural, institucional ou social generalizado.[6] [7] Alguns críticos do termo afirmam que ele é aplicado diferencialmente, com foco em preconceitos que partem de brancos e de formas que definem meras observações de eventuais diferenças entre as raças como racismo.[8]
Enquanto raça e etnia são considerados fenômenos distintos na ciência social contemporânea, os dois termos têm uma longa história de equivalência no uso popular e na literatura mas antiga das ciências sociais. O racismo e a discriminação racial são muitas vezes usados para descrever a discriminação com base étnica ou cultural, independente se essas diferenças são descritas como raciais. De acordo com a Convenção Internacional sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial das Organização das Nações Unidas (ONU), não há distinção entre os termos "discriminação racial" e "discriminação étnica", sendo que a superioridade baseada em diferenças raciais é cientificamente falsa, moralmente condenável, socialmente injusta e perigosa, além de não haver justificação para a discriminação racial, em teoria ou na prática, em qualquer lugar do mundo.




No país da impunidade e do jeitinho, o rigor da lei parece exagerado. Mas não é. A exclusão do Grêmio da Copa do Brasil é um exemplo que deve servir daqui para frente de jurisprudência, não como oba-oba.
A decisão do STJD pode parecer dura demais. Porém, duro mesmo é gritar em coro que um negro é macaco. Ou tentar dimimuir um jogador por causa da cor da pele. O Grêmio paga o pato pelos seus torcedores. Da mesma forma que cansou de lucrar com eles. As entidades se fundem.
O clube está sendo punido na esfera desportiva. Na criminal, os torcedores identificados ainda responderão pelos insultos e xingamentos. Uma coisa não exclui a outra. E nem anula.
Fosse a UEFA que tivesse sido dura com um clube europeu, como bem lembrou o repórter Fred Caldeira, todos estariam aplaudindo o ‘radicalismo do bem’. A entidade, inclusive, já cansou de aplicar duras penas a times que tiveram seus torcedores envolvidos em atos racistas, nazistas e mais recentemente homofóbicos.
O futebol não tem a missão de acabar com o racismo. Mas tem, pelo tamanho da sua importância, a obrigação de inibi-lo.
Que o STJD tenha aberto uma ferida. E um debate.


Torcedor gremista é agredido no Beira-Rio

Um adolescente ainda não identificado que vestia a camisa do Grêmio foi agredido na tarde deste sábado no pátio do Estádio Beira-Rio. Ele foi espancado por um torcedor colorado e foi encaminhado ao Hospital de Pronto Socorro.

Segundo a Brigada Militar, o adolescente pretendia participar de uma festa religiosa que ocorreu no Gigantinho. Ele teria ingressado no Beira-Rio pelo portão que dá acesso ao campo de treinamento suplementar, localizado no lado oposto à entrada do ginásio.




domingo, 20 de abril de 2014

A Justiça é cega

Tenho problemas com assuntos que envolvam a Morte e, quando soube do caso do menino Bernardo, 11anos, que foi encontrado enterrado em um matagal, entrei em desespero.
Primeiro porque meu maior medo é ficar sem as pessoas que eu amo, mas que sei que inevitavelmente, em algum momento, vai acontecer e em segundo porque me recuso a aceitar que o menino teve de passar por isso e terminar com um fim trágico.
Para mim, o maior culpado pelo acontecimento foi o Centro de defesa da criança e do adolescente e do MP, quando o menino (olhem só, um menino de 11 anos) foi buscar ajuda porque não tinha afeto e era abandonado pelo pai e maltratado pela madrasta. Pelas informações que li, Bernardo chegou a pedir para morar com outras famílias, que negaram o pedido.
Sei que existem inúmeros trâmites na Justiça para resolver um caso e que não é só pedir e sair morando com outras pessoas. Mas por que eles não deram mais atenção ao menino? Até a avó se dispôs a ter a guarda do menino, mas de nada adiantou o pedido dele e a boa vontade dela, se a prioridade era o pai. Prioridade de um pai que não cuidava do filho há quatro anos, desde a data em que a esposa "se suicidou"?
Seguem mais informações que eu peguei do site:




Bernardo Uglinone Boldrini, de 11 anos, já era conhecido da promotora de Justiça Dinamárcia Maciel de Oliveira desde o fim do ano passado. O menino, que ela descreve como sendo amoroso e afetivo, procurou o Ministério Público para se queixar da ausência do pai, o médico Leandro Boldrini, e das ofensas da madrasta, com quem morava desde a morte da mãe, em 2010.
Antes de receber a visita de Bernardo, a promotora havia tomado conhecimento de que o menino passava por dificuldades em casa por meio de uma assistente social. Após as discussões com a madrasta, Graciele Boldrini, o rapaz ia para casa de amigos, segundo Dinamárcia.
— A situação era que o pai não sabia onde o Bernardo estava. Ele ficava na casa dos amigos da família, dos pais dos colegas da escola. O pai nunca sabia onde ele estava. Ele discutia com a madrasta, abria a porta, saía para a rua e pensava: “vou jantar na casa do fulano”. Ia lá, dormia e no outro dia de manhã passava em casa para pegar o material de escola e ir para o colégio.
Cansado do abandono, o menino resolveu procurar ajuda. Sem saber por quem ele foi orientado, a promotora conta que quando já tinha conhecimento do caso, foi surpreendida pela visita do menino.
— Eu perguntei a ele, “mas o que tu vieste fazer aqui?”. Ele me disse: “eu vim te pedir uma nova família”. Depois de cinco minutos de conversa ele estava sentado no meu colo agarrado no meu pescoço, dizendo para mim que ele queria uma nova família, porque ele queria um lar com amor.
A promotora consultou a avó materna do garoto, com quem ele não tinha contato há alguns anos, já que o pai não se dava com a ex-sogra. Jussara Uglione disse que poderia assumir a guarda do neto. Bernardo sugeriu ir para a casa de outra família, amigos dos pais. Mas eles preferiram não se envolver.


Diante da situação, a promotora comunicou o juiz Fernando Vieira dos Santos e uma audiência foi marcada para 11 de fevereiro, com Bernardo e o pai. O médico ficou “estarrecido” , segundo a promotora, porque não sabia de tal situação. (Como um pai, por mais tempo que passe do filho, não sabe o que está se passando com o próprio filho?) Ele admitiu que se dedicava mais ao trabalho, mas disse que poderia provar que era um bom pai.
— Ele queria que a Justiça desse uma oportunidade a ele, como médico, sem antecedentes criminais, com respeito na comunidade. (Grande coisa ter respeito na comunidade, não ter antecedentes criminais se o maior crime que ele cometia todos os dias era abandonar o próprio filho. Que oportunidade o cara queria se ele teve 4 anos para ter a oportunidade?) Conversamos com o menino e o próprio Bernardo deu uma chance ao pai.  Ele disse, “mas eu quero um bichinho de estimação, eu quero que a madrasta não me xingue mais”. Condições bem próprias para a idade dele. E o juiz disse para o pai conversar com a companheira e pedir que ela se comportasse como uma adulta. (o juiz deveria ter dito o mesmo para o pai de Bernardo).
Uma nova audiência estava marcada para o próximo mês. Até saber do desaparecimento e da morte, a promotora disse que acreditava que tudo estava melhorando, porque as pessoas comentavam que quase não viam Bernardo na rua.



Olhem a situação da coisa, o menino morava com a madrasta desde 2010, ano em que a mãe morreu? Não é cedo demais para um pai viúvo com um filho de 7 anos já estar morando com outra mulher, que também trabalhava na mesma área em que a esposa falecida? Não acredito que seja suicídio. Para mim isto está parecendo com um triângulo amoroso que, ao ser descoberto pela mãe de Bernardo, deu problema e a solução foi “calar” a mãe do menino. Observem que o pai já era dono da clínica e a madrasta ficou como sócia, assim como a mãe de Bernardo, mas isso foi antes ou depois da mãe se “suicidar”? E por que a madrasta implicava tanto com a criança e o pai não dizia nada? Temos de levar em consideração a situação que havia uma herança da mãe que passaria para o filho.
 Mas o que mais me chocou nesse texto foi ler o depoimento da promotora:
Eu perguntei a ele, “mas o que tu vieste fazer aqui?”. Ele me disse: “eu vim te pedir uma nova família”. Depois de cinco minutos de conversa ele estava sentado no meu colo agarrado no meu pescoço, dizendo para mim que ele queria uma nova família, porque ele queria um lar com amor.”
Só de ler isso já sinto vontade de chorar. Por que a promotora não deu mais ouvidos ao menino? Por que não investigou mais a família? Puxa, havia alguém para ficar com Bernardo, mas eles resolveram entregar o menino aos lobos... Mesmo que me digam que o pai se mostrou receptível, não acredito. Um pai ou uma mãe de verdade não deixa que uma situação dessas ocorra, pois é um absurdo que alguém não sinta vergonha de si mesmo ao saber que o próprio filho PROCUROU A JUSTIÇA ALEGANDO ABANDONO E FALTA DE AMOR, QUERENDO MORAR COM OUTRA FAMÍLIA!!!
Após o teatro do pai, o pobre Bernardo decidiu tentar mais uma vez. Afinal, que criança não quer estar perto dos pais, ainda mais se a mãe já morreu e só resta o pai? Oras, ele só tinha 11 anos!
Mas o que me surpreende mais é o fato de uma criança de 11 anos ir à Justiça procurar ajuda. Puxa, se o Bernardo já morava há 4 anos com o pai e a madrasta e não estava feliz a ponto de procurar um promotor (que criança faz isso?), por que eles mandaram o menino de volta? Deveriam ter investigado mais, pois não era uma situação corriqueira. Assim, entregaram o menino de bandeja para a Morte...
Não sei, perdoem minha ignorância, mas se uma criança de 11 anos chega ao ponto de buscar a Justiça como o Bernardo procurou é porque alguma coisa não vai bem. Não vai nada bem. Não foi uma situação em que o pai bateu no filho e o filho correu para os braços da mãe em busca de consolo. Será que ninguém viu isso?!
Bem, agora não há mais o que fazer, pois o Bernardo foi embora e não vai voltar mais... Agora só resta ver o que é que a Justiça vai fazer com o “trio da saúde” e se não vai continuar "cega"...


Só digo uma coisa:
Pessoas...



segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O bandido é o certo


Faz um bom tempo que não escrevo aqui e, com certeza não foi por falta de assunto, que é o que mais existe por aí.
Aconteceram algumas coisas de ordem não racional e eu acabei ficando um pouco sem rumo, por isso minha ausência.
Estou hoje aqui porque queria escrever sobre um assunto que eu acho muito complicado de resolver, mas que deveria ser pensado com carinho. Há algumas semanas atrás (quase um mês), eu vi no Fantástico uma reportagem que mostrava alguns jovens delinquentes apanhando dos caras que trabalham no que era a antiga Feben (não sei se estou certa porque faz um tempo e eu não consigo lembrar), mas o fato é que fizeram aquela reportagem para mostrar que aquilo era um absurdo e algum citou os Direito Humanos.
Certo, os jovens que apanharam não fizeram nada para estar naquele lugar? Eram todos inocentes e os guardas haviam enlouquecido? Quem será que ficou com dó dos “pobrezinhos” dos jovens que estavam apanhando? Provavelmente não é ninguém que encontrou com alguns deles cara a cara e foi assaltado, machucado, roubado, entre outros... Eu gostaria que as pessoas que sentem dó desse tipo de pessoa encontrassem com um desses pela frente e, depois contasse a nova opinião. Com toda a certeza não seria a mesma de antes.
Isso acontece porque as pessoas são egoístas e só pensam em si. Alguém teria dó de um delinquente desses se ele invadisse sua casa, roubasse suas coisas e de quebra matasse alguém de sua família? Claro que não! Só falam isso porque não é no deles!
E por que tanto sentimento por eles? Eles tiveram algum sentimento quando fizeram mal aos outros?
Me poupem esses jovens são mais espertos do que todos nós juntos. Com certeza, a maioria ou todos voltarão a fazer as mesmas coisas que faziam antes de ir para essa casa e ainda tem gente que sente pena... (isso dá engulhos).
Sabe o que é que tinha de acontecer? Se um matou alguém, ele leva um tiro. Se o outro agrediu, também vai ser agredido da mesma forma e por aí vai. É a política do olho por olho, dente por dente. Tenho certeza que, se isso fosse válido nesse país, as coisas não estariam do jeito que estão. Quem seria o masoquista maluco que iria querer sofrer a mesma coisa que aplicou no outro? Se a criatura não for doente mental, digo com convicção que ninguém ia querer isso e essa violência absurda terminaria.
O que acontece aqui é que os bandidos são protegidos pelos Direitos Humanos (deveria ser Direito dos Bandidos) e, se alguém faz a justiça com as próprias mãos como é o caso de uma senhora que matou um bandido que estava dentro da casa dela e ia assaltá-la, a senhora passa a ser o réu. Fala sério! E se o cara tivesse matado a senhora, como ficaria? Ia ficar tudo numa boa e daqui a pouco o cara estaria nas ruas de novo. Mas, como a senhora prestou um favor à sociedade, ela está errada e ainda ficaram interrogando-a. Olha... a justiça nesse país é uma piada.
E nós somos os palhaços rindo de algo que não tem graça nenhuma...
 
Até a próxima,
 
 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Protestos

   Pois  é, quem diria que eu veria alguma coisa desse tipo aqui, no Brasil.
   Acho mesmo que o povo tem que se unir para brigar pelos direitos que têm, mas fico triste quando pessoas mal intencionadas juntam-se ao movimento para depredar e destruir (são pessoas...).
    Tirei essa informação da Internet hoje e não terminei de ler, porque me revoltou o estômago. A maioria do pessoal da presidência estava viajando, a presidente ia viajar, mas não foi...
     Fala sério, há quanto tempo estão acontecendo esses protestos? Não começaram ontem. Então, por que ela ia viajar? Quer dizer que eles iam esperar a coisa ficar realmente feia para fazer alguma coisa?
    Acho que a presidente já devia ter se pronunciado logo que a coisa começou a ficar mais seguida. Ou será que ela quer fazer como o Lula que nunca via nada, nunca sabia de nada com as coisas acontecendo de baixo do nariz dele? Isso é repulsivo.
    De tudo isso, só espero que algo positivo surja dessa movimentação toda, porque, se for para destruir as coisas, é melhor parar por aí.




Pronunciamento presidencial


No dia 21, a presidente cancelou uma viagem que faria ao Japão a partir de domingo e convocou uma reunião de emergência com o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e outros ministros, para avaliar a proporção e alcance dos protestos.237 Michel Temer, vice-presidente, e Henrique Alves, presidente da câmara dos deputados, encurtaram suas estadias na Rússia para chegarem à noite em Brasília.237 O jornal Folha de São Paulo disse que na reunião seria discutida a posição do governo em relação aos protestos, as medidas possíveis de serem adotadas pelo Ministério da Justiça a respeito de incidentes ocorridos e possivelmente até um pronunciamento da presidente em rede nacional.238 A reunião, que começou às 9h30239 , durou três horas, e após ela Dilma continuou em outra reunião em seu gabinete sobre o mesmo tema.240 Determinou que nenhum ministro deveria sair de Brasília.240 Nenhum comunicado foi emitido à imprensa imediatamente após o fim do encontro.241 O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse em outro evento daquela manhã que o governo teria de correr atrás para satisfazer ao novo padrão de exigência e que a presidenta deveria se pronunciar em breve.241



Pronunciamento de Dilma Rousseff à nação em 21 de junho de 2013.

No fim da tarde um pronunciamento da presidente foi gravado durante uma hora, onde ela procura tranquilizar os manifestantes.242 A transmissão em rádio e TV foi marcada para as 21h daquela noite, com duração de 10 minutos, onde se falaria das manifestações e da Copa das Confederações.243 244 245 246

No pronunciamento, Dilma prometeu conversar com prefeitos e governadores para realizar um pacto de melhoria dos serviços públicos 247 e a criação de um Plano Nacional de Mobilidade Urbana.139 Prometeu destinar 100% do dinheiro dos royalties do petróleo à educação, a trazes médicos estrangeiros para ampliar o atendimento do SUS e a se encontrar com os líderes das manifestações pacíficas.139 Disse ser favorável às reivindicações democráticas, reconheceu a necessidade de "oxigenar" o sistema político e prometeu uma ampla reforma que amplie o poder popular.139 Esclareceu que o dinheiro para a Copa não proveio de orçamento público federal mas sim de financiamentos de empresas e governos que exploram os estádios, de forma que não prejudicam setores prioritários como saúde e educação.248 Criticou os vandalismos e pediu respeitos aos espectadores dos jogos.248

Os cinco pactos


No dia 24 de junho, após encontro com membros do Movimento Passe Livre, Dilma reuniu-se com 26249 prefeitos e 27249 governadores para apresentar cinco pactos nacionais, dos seguinte temas250 , entre os três níveis do governo249 :

  • transporte público251 : investimentos em corredores de ônibus, VLTs e metrôs, e a criação de um Conselho Nacional de Transporte Público onde usuários e sociedade civil participassem.250 Foi considerada a desoneração de PIS e COFINS para o diesel de ônibus250 e para a energia elétrica de trens e metrôs.249 251 Considerou que tanto a desoneração quanto o Conselho poderiam ocorrer a níveis estadual e municipal ou metropolitano além do federal.249 Defendeu que a matriz de transportes passe a ser sobre trilhos, e criticou governos anteriores que não tomaram essa medida;251
  • reforma política251 e combate à corrupção249 : foi proposta a criação de um plebiscito para que uma assembleia constituinte exclusiva para isto seja criada.250 249 Também, pediu que os governos façam o mais rapidamente possível a implementação da Lei de Acesso à Informação251 , e disse que transformar corrupção dolosa251 em crime hediondo seria uma iniciativa fundamental;249
  • saúde251 : aceleração dos investimentos já contratados para construção de UPAs, UBS e hospitais250 e ampliação do sistema que troca dívidas de hospitais filantrópicos por mais atendimentos251 Dilma defendeu que os médicos recebam incentivos para irem trabalhar nas regiões mais pobres e remotas, e que caso isso não resolvesse, que médicos estrangeiros fossem levados para esses lugares,250 exclusivamente para o SUS.251 Falou que este aspecto enfrentaria oposição dos médicos, mas disse querer deixar claro que não é algo hostil e desrespeitoso à classe médica, mas uma ação limitada e emergencial, que o Brasil é um dos países que menos emprega médicos estrangeiros e que de qualquer forma a saúde dos brasileiros deve prevalecer sobre quaisquer interesses.251 Disse que iria ainda tomar uma série de outras medidas para melhorar as condições de trabalho nos hospitais públicos;250
  • educação251 : 100% dos royalties do petróleo para educação, e 50% do pré-sal;250
  • responsabilidade fiscal251 : manter as medidas de estabilidade econômica e controle da inflação para que o Brasil continue protegido da crise mundial.250 249

No dia seguinte, porém, a proposta de convocar uma Constituinte foi descartada pelo governo, após ser rejeitada pelo vice-presidente, pela OAB e pela oposição.252 253 O plebiscito foi escolhido como a forma de convergência para a reforma.253


 
Me digam se não é a super parecida?
 
 
Essa foto não deve ser recente, mas de qualquer forma, acho que ao invés de querer tocar violão, ficar viajando e rindo, deve-se fazer primeiro o seu trabalho, que não é pouco.
 
 
     A educação está uma vergonha, a saúde nem se fala, os preços sobem absurdamente e ela fica segurando o violão... é de respeitar.
 
     Até a próxima semana,
 
 
 

 
 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Escada Assassina

    Olá,


            Ontem, assistindo o Fantástico, vi uma reportagem que me fez dar risada.
            Tratava-se de uma criança de 3 anos que caiu na escada rolante no shopping e morreu. A assessoria de imprensa do shopping disse que a criança foi até escada e, ao segurar-se no corrimão de borracha (corrimão forte esse, hein?) caiu da escada. Pasmem, a pessoa que “escreveu” a notícia informou que a criança caiu do 2° para o 1° piso! OH!! Puxa, e eu que pensei que ela tinha caído do 2° para o 3° piso, entendem? Caiu para cima... 
            OK, a criança foi levada para o hospital, mas não resistiu.
            Então a equipe do Fantástico mostrou pessoas responsáveis pela segurança e peritos em escadas rolantes. Eles falaram na possibilidade de aumentar os avisos que existem nas escadas e eu pergunto: QUEM É QUE LÊ ALGUMA COISA NESSE PAÍS? AINDA MAIS AVISO EM ESCADA ROLANTE!
            Tem outro trecho de outra reportagem que eu também anexei aqui que diz que a Polícia Civil vai investigar o caso, para ver se a criança estava sozinha, se ficou presa à escada e se houve falhas no equipamento.
            Por favor, tenham dó da minha mente, que não merece tanta bobagem. O que é que tem para investigar aí? No vídeo do Fantástico é possível ver direitinho a criança correndo SOZINHA para a escada rolante e, logo em seguida, acontece uma correria e muitas pessoas correm na escada para tentar, provavelmente, salvar a menina que, para uns foi arremessada pelo corrimão (forte corrimão) e para outros foi porque ficou com a roupa presa na escada. Sou mais da opinião do corrimão assassino do que da roupa da criança que prendeu na escada. Me corrijam se eu estiver errada, mas se a roupa prende na escada a tendência é descer e não subir, não é? Também acho estranho o corrimão ter arremessado a menina longe. Ela não parecia ser uma menina alta para a idade e eu me pergunto como é que uma criança pode ser arremessada pelo corrimão? Como ela estava correndo, pode ter posto a mão no corrimão, perdido o equilíbrio e, se fosse assim, teria rolado escada abaixo e não voado do 2º para o 1° andar (importante isso aí, hein gente!)
            Eu sou péssima em física, mas vamos aceitar que o corrimão assassino, da escada assassina tenha prendido a mão da criança de tal forma que a arremessou para baixo.
            A criança morreu e agora as “pessoas” (benditas pessoas) querem fazer uma análise do que aconteceu. Ora, por que colocar a culpa na escada rolante? Que é só uma escada que sobe e desce? A escada só foi uma consequência.
            A maior causa, os maiores culpados por essa situação lamentável são os pais da menina que a deixaram correr solta para a escada.
            Não é a escada, o corrimão ou o Diabo que são culpados, são os pais. Se a criança estivesse de mãos dadas com a mãe ou com o pai, nada disso teria acontecido, pois quando ela fosse correr, estaria segura pela mão. Mas não, esses pais devem ser daqueles que acham bonito a criança ficar correndo de um lado para o outro como um peão desgovernado, devem ser daqueles que se distraem com outras coisas e esquecem dos filhos. (Quantos pais e mães já deixaram seus filhos morrerem dentro do próprio carro, porque se ESQUECERAM deles?)
            Se eu estiver errada, assumirei meu erro sem problema algum, mas não dá para negar que a criança saiu correndo SOZINHA para a escada. O pai teria mais ombridade se assumisse que, por não ter cuidado com a filha, a perdeu para sempre, do que falar da escada rolante. Isso só mostra mais uma vez a características das pessoas em nunca assumirem a culpa. Imagina se vai ser ele ou a esposa que não cuidou da filha. Foi o corrimão que assobiou para a menina convidando-a a se jogar do 2° para o 1° piso (vamos lá, é a última vez dessa frase tão inteligente).
            Na verdade, eles já estão sendo punidos, pois conviver com a ausência de um filho, dia após dia, por si só já é uma pena para o resto da vida...
            E depois o corrimão que é o culpado...
           
 
 
 
 
 

Criança morre após sofrer acidente em escada rolante de shopping no RS

Menina de 3 anos caiu do 2º para o 1º piso na noite de sexta-feira (7).
Assessoria ainda não foi informada se haverá inspeção no equipamento.


Uma criança de três anos morreu na manhã deste sábado (8) no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre, após ser internada devido a um acidente na escada rolante de um shopping de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo o hospital, ela foi transferida para a capital gaúcha dar sequência ao atendimento na madrugada, depois das 2h, mas não resistiu.
O acidente ocorreu por volta das 21h, dentro do shopping. A assessoria de imprensa do estabelecimento informou que a criança foi até o equipamento, e quando se encostou ao corrimão de borracha acabou sendo puxada, pelo lado de fora, caindo do segundo para o primeiro piso. Ainda conforme a assessoria, um bombeiro do shopping e um segurança prestaram socorro e acompanharam os familiares e a menina até o Hospital de Pronto Socorro de Canoas, onde foi internada ainda à noite.
Até a madrugada, a assessoria havia sido informada pelo bombeiro e pelo segurança que a menina havia sofrido traumatismo craniano e alguns ferimentos internos. O shopping deverá emitir uma nota nas próximas horas. A assessoria ainda não foi informada se a escada rolante passará por inspeção. O estabelecimento abre para funcionamento às 10h. Também de acordo com a assessoria, o shopping passou por inspeção recentemente.

O caso será investigado pela Polícia Civil, que deverá requisitar imagens do circuito interno de TV para analisar as circunstâncias do acidente. O inquérito deve apurar se a menina ficou presa à escada, se estava sozinha e se houve falhas no equipamento ou nos dispositivos de segurança no entorno. Os familiares que estavam com Luisa no momento do acidente, funcionários do centro de compras e testemunhas do acidente devem ser ouvidos esta semana.



sábado, 8 de junho de 2013

São pessoas...

Boa noite a vocês,


Hoje escrevo sobre duas situações que me irritam muito. Muito mesmo.

A primeira foi ontem, quando eu chegava em casa e tinha (pela segunda vez) o carro da dona do salão que fica ao lado da garagem, bem na entrada, impedindo que eu entrasse. Não pestanejei, coloquei a mão na buzina e esqueci. A criatura saiu fazendo um gestual para esperar. Eu não vi nada, pois não estava nem aí. Se eu ia trancar o caminho de outros carros, se ia atrapalhar pouco me importava. A única coisa que eu queria era que pessoa “inteligente” tirasse o carro da entrada da garagem para eu entrar, porque estava cansada e queria ir pra casa.

Após alguns minutos, a mulher tirou o entrave e eu pude finalmente estacionar. Certo, problema resolvido, agora me digam que droga tem uma criatura dessas na cabeça que ainda não se ligou que ali é entrada e saída de carro? O que mais me irrita é que a segunda vez que essa mesma criatura faz isso.

Para quê fazer isso? Se ela sabe que é garagem (até porque ela guardava o carro dela ao lado do meu) pra quê ficar trancando o caminho dos outros? Até pra ela não é legal. Por que ter alguém buzinando enlouquecidamente em seus ouvidos?

Será que isso é masoquismo? Porque não dá para entender isso. Se sabe que a qualquer momento alguém vai buzinar, pra quê deixar o carro no lugar onde é justamente isso que vai acontecer?

Olha, sempre digo e repito: não sou melhor do que ninguém (nem pior), até porque se eu fosse melhor, na certa não estaria nesse lugar sem noção chamado Terra. Mas, a verdade é que eu sempre procuro fazer as coisas de modo a não incomodar os outros, até porque eu não gosto de aglomeração. Fico imaginando se eu fizer tal coisa se vai trancar ou atrapalhar o caminho de alguém, então tomo as medidas necessárias para que eu consiga fazer o que quero e não incomode os outros. Por isso eu queria saber: por que as pessoas também não fazem o mesmo? Na certa seria muito melhor de se conviver.

 

E como se não bastasse, hoje vejo a mesma situação, só que ao invés de ser um carro trancando, foram pessoas trancando (como abomino pessoas!)

Voltei de meu horário de almoço e fui registrar a entrada no ponto eletrônico. Como trabalho em um prédio anexo à sede, tive de me deslocar até lá. O trajeto foi tranquilo, mas a entrada  na sede complicou. Havia um grupo de 5 ou 6 pessoas conversando onde? (Dou parabéns a quem acertar).

Exatamente, as criaturas conversavam quase em cima da porta de entrada, fazendo com que as pessoas que entrassem ou saíssem tivessem que se espremer para passar pelo grupo sem noção e educação.

Sendo assim, registrei minha presença e retornei ao saguão de entrada, onde as “pessoas” continuavam a conversar. A vontade que eu tinha era de dar uma “ombrada” nessa gente e dizer: “Bah, não se ligaram ainda que estão no meio do caminho?” Mas não fiz, acho que por educação, mas o homem que estava bem no meio caminho levou uma leve braçada minha e se ele falasse algo, eu diria: “Mas então libera o caminho para  as pessoas passarem sem ter que se desviar de vocês.” Mas não foi preciso dizer isso, porque em seguida eu estava na rua, voltando para minha sala.

            É impressionante isso: quando ando na rua principalmente com o meu filhote, procuro sempre sair da frente das pessoas caso seja necessário ou eu tenha que parar para ver alguma coisa na bolsa ou na mochila. Não fico parada no meio do caminho vendo as coisas como se só eu estivesse na rua e  que os outros que se danem. Eu tenho consciência que pessoas vêm atrás, então não vou atrapalhá-las para que não me atrapalhem, mas infelizmente não é assim. Eu penso dessa forma, mas a maioria das pessoas estão viajando na maionese e pensando sei lá em quê, por que em coisa que preste, com certeza não, senão o ser humano não faria tanta idiotice.

            Eu só queria uma resposta, só uma: o que é que essa gente está fazendo que não percebe que está atrapalhando? Como é que não se tocam que estão perto da porta e os outros têm que se desviar, às vezes, nem conseguindo entrar ou sair? E em 5 ou 6 cabeças de azeitona, será que não haveria um que se conscientizasse e dissesse para os outros: “Gente, estamos no caminho dos outros, vamos sair daqui.” Mas ninguém faz isso porque são um bando de alienados, que pensam que pensam que sabem alguma coisa, quando não verdade não sabem de nada e nem para as coisas mais simples, como sair da frente de uma porta, são capazes de fazer...

            Como eu sempre digo: São pessoas...