"As pessoas são hipócritas, dizem que querem a verdade, mas vivem constantemente na mentira por terem medo de mostrar as suas reais vontades." Dr. House


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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Caso Bernardo

Hallo Pensantes!!

Hoje venho postar um assunto antigo, mas que ainda atormenta a minha cabeça: o caso Bernardo Boldrini. 
Não estudei para ser detetive, delegada ou algo do gênero, mas confesso que não me desceu a versão de que a mãe de Bernardo teria se suicidado... da mesma forma como acho que o caso da Família Pesseghini foi queima de arquivo da polícia.
Não sou investigadora e não estou por dentro dos fatos, apenas opino sobre o que leio por aí... então não estou dizendo que sou dona da verdade ou que a minha opinião é a que vale.
Apenas acho as histórias mal contadas.
Pois então, há um tempo atrás, achei essa reportagem e resolvi salvar para escrever sobre ela depois. E aí está ela. Para não deixar a reportagem tão solta, pesquisei sobre o caso e encontrei notícias mais atuais, mas sem conclusão nenhuma ainda. Na verdade, não vai ter conclusão nenhuma mesmo, vai ficar como mais um caso como os do Pesseghini e da Isabela Nardoni. (Vou pesquisar mais sobre esses casos para ver a quantas anda depois... acho interessante, fazer o quê?)
Então vamos, lá... essas foram as reportagens que encontrei. 


https://br.noticias.yahoo.com/novo-laudo-aponta-m%C3%A3e-bernardo-foi-assassinada-151800933.html

Novo laudo aponta que mãe de Bernardo foi assassinada



O advogado Marlon Adriano Balbon Taborda pediu à Justiça a reabertura da investigação da morte da mãe do menino Bernardo Boldrini, Odilaine Uglione, com base em análise do processo feita por peritos particulares contratados pela família. A alegação é de que, ao contrário do que concluiu a investigação policial, Odilaine não se suicidou, mas foi assassinada dentro da clínica do marido, o médico Leandro Boldrini, de quem estava se separando, em fevereiro de 2010.

A morte de Odilaine foi o primeiro ato de uma tragédia familiar. Logo depois, Boldrini casou-se novamente, com a enfermeira Graciele Ugulini. Em abril deste ano, Bernardo, filho do primeiro casamento, foi encontrado morto em um buraco cavado em um matagal de Frederico Westphalen, a 80 quilômetros da casa onde vivia com o pai e a madrasta, em Três Passos. Boldrini, Graciele e os irmãos Edelvânia e Evandro Wirganovicz estão presos e respondem a processo por crimes como planejamento ou execução do assassinato e ocultação de cadáver.
A morte de Bernardo, que tinha 11 anos, reacendeu na avó, Jussara Uglione, mãe de Odilaine, o desejo de esclarecer de vez o que houve com a filha, já que sempre desconfiou da conclusão do inquérito que apontou suicídio. Na primeira tentativa de reabrir o caso, o advogado alegou que, conforme o laudo pericial, o cadáver tinha vestígios de pólvora na mãe esquerda, enquanto Odilaine era destra, e lesões no antebraço direito e lábio inferior. Por entender que não havia prova nova, o juiz da comarca de Três Passos, Marcos Luís Agostini, negou o pedido em julho deste ano, sustentando que a própria perícia havia explicado que a mão esquerda, na qual a pólvora foi encontrada, não segurava a arma, mas auxiliava a direita, e as lesões relatadas haviam sido provocadas por punções feitas no hospital, na tentativa de salvar a mulher.



http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2017/03/caso-bernardo-completa-tres-anos-sem-definicao-sobre-o-julgamento-dos-reus-9761570.html

Caso Bernardo completa três anos sem definição sobre o julgamento dos réus

Quatro pessoas permanecem presas acusadas de participação no crime, incluindo o pai e a madrasta do menino de 11 anos

O caso que provocou comoção no país inteiro, ocorrido em Três Passos, no noroeste do Rio Grande do Sul, completa três anos sem uma definição sobre o julgamento dos réus. Bernardo Uglione Boldrini, então com 11 anos, foi morto pela madrasta Graciele Ugulini, com ajuda da amiga, Edelvânia Wirganovicz, e do irmão dela, Evandro Wirganovicz, em 4 de abril de 2014. O mentor do crime, segundo o Ministério Público, foi o pai da criança, o médico Leandro Boldrini.
Bernardo foi morto após ingerir quantidade excessiva de sedativos e teve o corpo enterrado numa cova, próximo a um rio, no interior de Frederico Westphalen.
Leandro, Graciele e Edelvânia estão presos desde 14 de abril de 2014, quando o corpo do menino foi encontrado. O assassinato ocorreu 10 dias antes. Já Evandro foi preso quase um mês depois, pela acusação de ter ajudado a irmã e a madrasta a ocultar o cadáver do menino.
Leandro está na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc); Edelvânia, na Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba; Graciele, na Penitenciária Feminina Madre Pelletier, em Porto Alegre; e Evandro, no Presídio Estadual de Três Passos.
Os advogados de Leandro Boldrini ingressaram com agravo contra a decisão da 2ª vice-presidência do Tribunal de Justiça, que negou seguimento ao recurso especial movido pelo
réu. Com isso, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) terá de decidir se admite analisar o recurso para depois julgar o mérito dele. Caso admita, o julgamento dos réus vai demorar ainda mais.
O advogado de Evandro, Hélio Sauer,tentou o julgamento de seu cliente em processo separado, mas não conseguiu. Para ele, Evandro está preso injustamente durante três anos e é tão vítima quando Bernardo.
– A diferença do Evandro com o Bernardo foi que o Bernardo, mataram cruelmente, covardemente. E o Evandro, enrolaram no meio – sustenta Sauer.
Evandro foi preso após o depoimento de uma testemunha, que viu o carro dele próximo ao local onde foi cavado o buraco para enterrar o corpo de Bernardo, dias antes do crime. Ele é acusado de ajudar a fazer a cova.
O advogado de Edelvânia, Gustavo Nagelstein, critica o tempo em que sua cliente está presa sem julgamento.
– Ela está presa sem a culpa estabelecida. E a regra é que a pessoa é inocente até que se prove o contrário – destaca Nagelstein.
O defensor tenta desclassificar o crime para homicídio culposo, quando não há intenção de matar, evitando o julgamento pelo Tribunal do Júri e fazendo com que os réus sejam julgados por um juiz de 1ª instância. Busca ainda afastar as qualificadoras de motivo torpe, em função da herança de Bernardo, motivo fútil, porque o menino era considerado um "um estorvo" para o casal, emprego de veneno e recurso que dificultou a defesa da vítima.
– Nós negamos a autoria. Numa hipótese alternativa, que ela seja submetida ao Tribunal do Júri sem as qualificadoras – afirma Nagelstein.
Os advogados de Leandro e Graciele preferiram não se manifestar sobre o caso. Para o advogado da avó do menino Bernardo, Jussara Uglione, Marlon Taborda, o processo teve andamento célere na 1ª instância, mas agora está com tramitação demorada no Tribunal de Justiça.
– Depois desse divisor de águas, nós vemos que o Tribunal de Justiça analisou, mesmo que tecnicamente de forma elogiável, de forma bastante morosa. Somente agora, depois de um ano, o processo vai para o Superior Tribunal de Justiça, em Brasília – afirma.
Sem entrar no mérito do caso específico, o presidente da Associação dos Advogados Criminalistas do Rio Grande do Sul, César Peres, considera três anos de prisão um período excessivo para quem ainda não foi julgado.
– O Estado quando quer agir, prender, atacar o cidadão no seu bem maior, na liberdade individual, tem de ser rápido, com presteza. Não é possível que réus aguardem por três, quatro, cinco anos, sem ter o seu direito constitucional de ver o seu pleito apreciado pelo Poder Judiciário. O Poder Judiciário se quiser prender o cidadão, tem de atuar rapidamente – sustenta o advogado.
O presidente da Associação do Ministério Público, Sérgio Harris, lembra que o processo só está mais demorado em razão de recursos dos réus:
– O manejo dos recursos gera um retardamento natural no trâmite do feito. Veja que a sentença de pronúncia foi protocolada num prazo normal. O Tribunal de Justiça julgou num prazo legal e os réus que é interpuseram recurso para Brasília.
O presidente do Conselho de Comunicação do Tribunal de Justiça, desembargador Túlio Martins, considera a tramitação do processo razoável. Lembra que o tempo tem relação direta com os recursos interpostos.
– E agora a defesa ingressou com um recurso para o Superior Tribunal de Justiça. Isso é uma coisa sobre a qual o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul não tem nenhum domínio. Quanto mais você recorre, obviamente mais o processo demora – afirma.
Sobre a reclamação do excesso de prazo na prisão dos réus que ainda não foram julgados, lembra que as decisões estão embasadas em dispositivos legais:
– A gravidade do crime, me parece, que é indiscutível. São todas as decisões muito bem fundamentadas e que vêm sendo sucessivamente confirmadas. Tanto as do 1º grau, quanto aos do 2º grau pelo Superior Tribunal de Justiça.

Pois é... todos nós sabemos que a justiça é morosa, mas com as provas e vídeos que se tem por aí é difícil de achar que todos são anjinhos inocentes... e dizer que o menino era um estorvo... é lógico. Se está incomodando... o que é que se faz? A gente "descarta" né?
Vai saber... são pessoas...
Até a semana que vem.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Assassinato animal

Na última quinta-feira de junho (28), um cachorrinho Yorkshire foi brutalmente assassinado por um vizinho. Ele levou um chute, porque o homem disse que Theo (York) tinha feito xixi na calçada do prédio onde o cara trabalhava.
De acordo com a dona do cãozinho, o cara ficou irritado pelo xixi e deu um chute no pobrezinho, que acabou morrendo. O cãozinho tinha 11 anos, chegou a ser atendido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
No dia 1 de julho a vizinhança realizou uma caminhada em protesto ao acontecimento. Pediam punição para o agressor, que (acho eu ainda já tinha passagem pela polícia).
Jorge Gilberto Lima dos Santos, é o nome do animal que chutou o bichinho. Ele diz que não, mas se fosse mentira não haveria muitas pessoas de testemunha acusando o cara né? Fora que foi verificado pela polícia que esse infeliz já tinha passagem pela polícia.
Não encontrei mais informações sobre como anda o caso. Provavelmente do jeito que a coisa é, eles devem ter arquivado o caso (que eu torço para que não aconteça).
Esse pulha, assim como tantos outros bandidos deveriam ir para a cadeia e virar sabe o quê? Bicho de laboratório, onde testam um monte de coisas em animais. Os cientistas deviam libertar todos esses pobres bichinhos e fazer os testes nesses caras, que valem menos que um grão de areia. Pensem bem, até fariam um ótimo favor a sociedade. Tiravam essa corja das ruas e ajudavam nos laboratórios, para desenvolver vacinas e pesquisas e ainda ajudavam a sociedade.
Esse tipo de coisa me irrita demais: A IMPUNIDADE.
Vou continuar procurando na Internet para ver se encontro mais alguma informação.
Mas se não achar, ainda é um absurdo um animal desses ficar livre depois disso. Ele deveria ser posto em uma algum lugar e ser chutado por muitas pessoas, para ele ver como é bom. Talvez isso fizesse com que ele pensasse melhor em seus atos... ou não já que uma criatura dessas não pensa.
E depois falam que os animais é que são os animais...



Que triste ilusão...

domingo, 20 de abril de 2014

A Justiça é cega

Tenho problemas com assuntos que envolvam a Morte e, quando soube do caso do menino Bernardo, 11anos, que foi encontrado enterrado em um matagal, entrei em desespero.
Primeiro porque meu maior medo é ficar sem as pessoas que eu amo, mas que sei que inevitavelmente, em algum momento, vai acontecer e em segundo porque me recuso a aceitar que o menino teve de passar por isso e terminar com um fim trágico.
Para mim, o maior culpado pelo acontecimento foi o Centro de defesa da criança e do adolescente e do MP, quando o menino (olhem só, um menino de 11 anos) foi buscar ajuda porque não tinha afeto e era abandonado pelo pai e maltratado pela madrasta. Pelas informações que li, Bernardo chegou a pedir para morar com outras famílias, que negaram o pedido.
Sei que existem inúmeros trâmites na Justiça para resolver um caso e que não é só pedir e sair morando com outras pessoas. Mas por que eles não deram mais atenção ao menino? Até a avó se dispôs a ter a guarda do menino, mas de nada adiantou o pedido dele e a boa vontade dela, se a prioridade era o pai. Prioridade de um pai que não cuidava do filho há quatro anos, desde a data em que a esposa "se suicidou"?
Seguem mais informações que eu peguei do site:




Bernardo Uglinone Boldrini, de 11 anos, já era conhecido da promotora de Justiça Dinamárcia Maciel de Oliveira desde o fim do ano passado. O menino, que ela descreve como sendo amoroso e afetivo, procurou o Ministério Público para se queixar da ausência do pai, o médico Leandro Boldrini, e das ofensas da madrasta, com quem morava desde a morte da mãe, em 2010.
Antes de receber a visita de Bernardo, a promotora havia tomado conhecimento de que o menino passava por dificuldades em casa por meio de uma assistente social. Após as discussões com a madrasta, Graciele Boldrini, o rapaz ia para casa de amigos, segundo Dinamárcia.
— A situação era que o pai não sabia onde o Bernardo estava. Ele ficava na casa dos amigos da família, dos pais dos colegas da escola. O pai nunca sabia onde ele estava. Ele discutia com a madrasta, abria a porta, saía para a rua e pensava: “vou jantar na casa do fulano”. Ia lá, dormia e no outro dia de manhã passava em casa para pegar o material de escola e ir para o colégio.
Cansado do abandono, o menino resolveu procurar ajuda. Sem saber por quem ele foi orientado, a promotora conta que quando já tinha conhecimento do caso, foi surpreendida pela visita do menino.
— Eu perguntei a ele, “mas o que tu vieste fazer aqui?”. Ele me disse: “eu vim te pedir uma nova família”. Depois de cinco minutos de conversa ele estava sentado no meu colo agarrado no meu pescoço, dizendo para mim que ele queria uma nova família, porque ele queria um lar com amor.
A promotora consultou a avó materna do garoto, com quem ele não tinha contato há alguns anos, já que o pai não se dava com a ex-sogra. Jussara Uglione disse que poderia assumir a guarda do neto. Bernardo sugeriu ir para a casa de outra família, amigos dos pais. Mas eles preferiram não se envolver.


Diante da situação, a promotora comunicou o juiz Fernando Vieira dos Santos e uma audiência foi marcada para 11 de fevereiro, com Bernardo e o pai. O médico ficou “estarrecido” , segundo a promotora, porque não sabia de tal situação. (Como um pai, por mais tempo que passe do filho, não sabe o que está se passando com o próprio filho?) Ele admitiu que se dedicava mais ao trabalho, mas disse que poderia provar que era um bom pai.
— Ele queria que a Justiça desse uma oportunidade a ele, como médico, sem antecedentes criminais, com respeito na comunidade. (Grande coisa ter respeito na comunidade, não ter antecedentes criminais se o maior crime que ele cometia todos os dias era abandonar o próprio filho. Que oportunidade o cara queria se ele teve 4 anos para ter a oportunidade?) Conversamos com o menino e o próprio Bernardo deu uma chance ao pai.  Ele disse, “mas eu quero um bichinho de estimação, eu quero que a madrasta não me xingue mais”. Condições bem próprias para a idade dele. E o juiz disse para o pai conversar com a companheira e pedir que ela se comportasse como uma adulta. (o juiz deveria ter dito o mesmo para o pai de Bernardo).
Uma nova audiência estava marcada para o próximo mês. Até saber do desaparecimento e da morte, a promotora disse que acreditava que tudo estava melhorando, porque as pessoas comentavam que quase não viam Bernardo na rua.



Olhem a situação da coisa, o menino morava com a madrasta desde 2010, ano em que a mãe morreu? Não é cedo demais para um pai viúvo com um filho de 7 anos já estar morando com outra mulher, que também trabalhava na mesma área em que a esposa falecida? Não acredito que seja suicídio. Para mim isto está parecendo com um triângulo amoroso que, ao ser descoberto pela mãe de Bernardo, deu problema e a solução foi “calar” a mãe do menino. Observem que o pai já era dono da clínica e a madrasta ficou como sócia, assim como a mãe de Bernardo, mas isso foi antes ou depois da mãe se “suicidar”? E por que a madrasta implicava tanto com a criança e o pai não dizia nada? Temos de levar em consideração a situação que havia uma herança da mãe que passaria para o filho.
 Mas o que mais me chocou nesse texto foi ler o depoimento da promotora:
“Eu perguntei a ele, “mas o que tu vieste fazer aqui?”. Ele me disse: “eu vim te pedir uma nova família”. Depois de cinco minutos de conversa ele estava sentado no meu colo agarrado no meu pescoço, dizendo para mim que ele queria uma nova família, porque ele queria um lar com amor.”
Só de ler isso já sinto vontade de chorar. Por que a promotora não deu mais ouvidos ao menino? Por que não investigou mais a família? Puxa, havia alguém para ficar com Bernardo, mas eles resolveram entregar o menino aos lobos... Mesmo que me digam que o pai se mostrou receptível, não acredito. Um pai ou uma mãe de verdade não deixa que uma situação dessas ocorra, pois é um absurdo que alguém não sinta vergonha de si mesmo ao saber que o próprio filho PROCUROU A JUSTIÇA ALEGANDO ABANDONO E FALTA DE AMOR, QUERENDO MORAR COM OUTRA FAMÍLIA!!!
Após o teatro do pai, o pobre Bernardo decidiu tentar mais uma vez. Afinal, que criança não quer estar perto dos pais, ainda mais se a mãe já morreu e só resta o pai? Oras, ele só tinha 11 anos!
Mas o que me surpreende mais é o fato de uma criança de 11 anos ir à Justiça procurar ajuda. Puxa, se o Bernardo já morava há 4 anos com o pai e a madrasta e não estava feliz a ponto de procurar um promotor (que criança faz isso?), por que eles mandaram o menino de volta? Deveriam ter investigado mais, pois não era uma situação corriqueira. Assim, entregaram o menino de bandeja para a Morte...
Não sei, perdoem minha ignorância, mas se uma criança de 11 anos chega ao ponto de buscar a Justiça como o Bernardo procurou é porque alguma coisa não vai bem. Não vai nada bem. Não foi uma situação em que o pai bateu no filho e o filho correu para os braços da mãe em busca de consolo. Será que ninguém viu isso?!
Bem, agora não há mais o que fazer, pois o Bernardo foi embora e não vai voltar mais... Agora só resta ver o que é que a Justiça vai fazer com o “trio da saúde” e se não vai continuar "cega"...


Só digo uma coisa:
Pessoas...