"As pessoas são hipócritas, dizem que querem a verdade, mas vivem constantemente na mentira por terem medo de mostrar as suas reais vontades." Dr. House


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quarta-feira, 4 de março de 2020

Pensando...

Oi Pensantes!
Há quanto tempo... quase um ano.
Foi bem engraçado, pois quando eu estava em um ritmo decente de publicações e, inclusive quando eu postei um vídeo afirmando que iria postar uma vez por semana, a depressão apareceu para dar o ar da graça e eu desapareci.
Fico pensando...que coisa mais idiota! Dessa forma fica complicado ter algum seguidor assíduo... isso me deixa triste, porque o que eu mais gosto de fazer na vida é escrever e filosofar e o mais divertido é quando posso fazer isso trocando opiniões com o pessoal que me segue, mas quando fico um tempo sem aparecer tenho a impressão de que muitas pessoas (se é que tem alguém) perdem o interesse nas postagens e nos vídeos. Confesso que eu também faço isso quando os blogueiros e youtubers deixam de publicar algo.
O ruim é que essa bipolaridade idiota não tem cura e é preciso tomar remédios a vida toda para evitar problemas maiores, mas o que é pior é que os remédios amenizam os períodos de mania e depressão, eles AMENIZAM!! Quer dizer que, mesmo tomando os remédios eu ainda posso ter uma crise depressiva ou maniática. Fala sério! Remédios que não curam a doença...
Bem, desabafos à parte, só queria dizer que foi por esse motivo que eu sumi do Canal e do Blog. Espero que quem me segue, entenda, que o afastamento não foi por vontade própria. Sendo assim, vá estou eu de novo, pronta para filosofar.
Sendo assim, começo com um comentário suave sobre uma imagem que vi no Pinterest e que achei muito interessante para ilustrar o que eu tenho pensado já faz um bom tempo.
Tirando o fato de que me afastei do Blog e do Canal por motivo de doença, por isso há poucas informações e vídeos em ambos, eu gostaria de saber como tantos outros canais que (vamos combinar) são uma porcaria e tem tantos seguidores?
O que as pessoas que postam os vídeos e as pessoas que assistem e dão like tem na cabeça?
Há algum tempo, eu vi um canal sobre um casal x e as postagens das criaturas era um trolando o outro com pegadinhas bem pesadas, coisa de colocar a saúde deles em risco. É uma coisa idiota e não acrescenta nada! Só para ganhar likes e ter pessoas rindo da tua cara. É tão triste isso!
Então podemos perceber que o ser humano hoje está valorizando mais as coisas que não levam a lugar nenhum do que as coisas que podem trazer algum conhecimento.
Tipo... pessoas grudadas no celular enquanto há pessoas perto dela para conversar...  Ou vendo um monte de abobado na televisão no tal BBB. 
Acredito que isso ocorre porque é muito difícil pensar. Melhor cantar música absurdas como o funk, mostrar gente pelada na televisão e ficar cuidando da vida de outras pessoas que fazem a mesma coisa do que aqueles que ficam sentado em frente à televisão, perdendo seu tempo de vida.
Será que é tão difícil sair do celular, da televisão e ir ler um livro? Será que é tão complicado pensar por si só e não ficar seguindo moda de ninguém? Por que esse desespero em ser igual aos outros? Pra quê isso? Será que ninguém mais tem personalidade nesse mundo?
Chega a ser revoltante... depois são essas mesmas pessoas sem nada na cabeça que assumem postos de liderança e fazem mais besteira ainda. Se ainda fosse só para eles, mas não ainda conseguem a façanha de estragar a vida dos outros.
Talvez seja por isso que o meu blog e meu canal não tenham muita visualização (estou me referindo ao período em que eu postava regularmente).
Isso me dá uma descrença nas pessoas que vocês não tem ideia...

Então é isso por hoje... 
Vou pesquisar assuntos bem interessante para debatermos nos dias futuros.
Até a próxima!




quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Quem eu penso que sou?

Olá Pensantes, tudo bem com vocês?

Cá estou eu, Pensadora Mascarada, para deixar um pequeno texto sobre uma situação em que passei recentemente e que acho interessante compartilhar com vocês.

Há um tempo atrás fui bloqueada no Whats por uma pessoa que se dizia muito  minha amiga.
Notem bem a discrepância da coisa: se a pessoa se diz tão amiga, por que bloquear a outra?
Claro, vocês podem responder: Pensadora, provavelmente tu fizeste alguma coisa para que a outra pessoa se ofendesse e te bloqueasse.
Bem, então pensando nisso, acho interessante contar a vocês uma pequena história.
Conheci essa guria há uns 8 meses atrás. Ela parecia ser uma ótima pessoa e uma ótima amiga. Era uma pessoa bastante espiritualizada, o que não quer dizer muita coisa, já que espiritualidade é uma coisa e caráter é outro.
Enfim, tudo ia muito bem com a amizade e, devido ao fato de eu ser apaixonada por animais,  me ofereci para ficar com os dois gatos dela, porque ela havia contado que um dos gatinhos fora envenenado pela vizinha e ela estava com medo de que a vizinha resolvesse matar os bichanos. Ela concordou e se organizou para vacinar os felinos para que eu ficasse com eles. 
Uma vez que não havia ficado estabelecida uma data certa para os gatinhos irem para minha casa, acabou que eu não me programei para nada. Então, numa sexta-feira, a pessoa me manda um Whats perguntando se eu não poderia ficar com os gatinhos, infelizmente, foi bem em uma época ruim em que eu estava às voltas com um familiar meu que estava doente e eu não consegui dar um retorno a ela.
Resultado, passou um tempo e a pessoa manda um Whats desaforado me chamando de desonesta e de mais algumas coisas, porque eu não fiquei com os gatos naquele final de semana... pois é... É muito fácil tu chamar o outro de um monte de coisa sem saber o que está acontecendo com a pessoa. Claro que fiquei chateada, mas ainda assim, depois entrei em contato e expliquei o que houve. A pessoa leu as mensagens e não respondeu, passamos um tempo sem nos falarmos e depois de alguns meses a criatura entrou em contato comigo e voltamos com a amizade, mas obviamente que ela não voltou a mesma coisa.
Passou mais um tempo e aconteceu o falecimento desse familiar meu. Eu entrei em depressão e simplesmente me isolei dos amigos (o que não é certo, mas foi o que eu achei melhor a fazer). Vale a pena informar que essa "amiga" estava ciente desse meu comportamento, pois ela sabia que eu sou bipolar e isso é algo comum de acontecer e, imagino eu, deveria ser algo simples de entender já que a pessoa dizia entender de PNL, e de outras coisas mais espiritualizadas.
Quando a depressão passou e eu me senti melhor, voltei a procurar ela e a resposta que tive foi algo bem caloroso:
"Feliz natal pra ti e pra tua família." E não falou mais nada....
Bem, pra burra eu não sirvo e eu entendi o recado e fiquei na minha.
O tempo passou e eu recebi um Whats dessa pessoa me enchendo de desaforo de novo... me dando altas dicas de como me comportar com meu namorado, me chamando de ignorante, interesseira, que a procurava quando precisava e depois virava as costas e, muito  arrogante, se retirava daquela "relação", me bloqueando no Whats.
Ó Deus, que mundo cruel esse...
Me pergunto até hoje o que aconteceu com essa pessoa, que tanta raiva no coração... quem é ela para me julgar? Algum ser superior?
Eu entendo que não se deve julgar para não ser julgado.
Talvez eu devesse ter entrado em contato com ela antes, mas quando o fiz eu recebi frieza da parte dela, então quem é ela para julgar meu comportamento? Às, vezes me questiono, por quê essas pessoas que estudam assuntos espirituais, digamos assim, se acham tão superiores aos outros. Afirmo, que se ela fosse elevada espiritualmente, com certeza não estaria vivendo aqui, no planeta terra. Então, um pouco de humildade seria interessante... mas tudo bem, cada um colhe o que planta...
O que eu fiz? Não procurei rebater, apenas bloqueei também no Whats, no Instagram e no Face e agradeci ao universo por ter me mostrado que não era uma boa pessoa para ter como amiga. Simples assim.
O mais curioso, foi a pessoa fazer um drama me bloqueando no Whats, mas sem ter me bloqueado no Face e no Instagram. Acaso a  pessoa queria ter algum canal de discussão ou achou que eu fosse correr atrás para me desculpar e tentar recuperar a amizade?
Ledo engano.

Todo esse livro para eu expôr meu pensamento.

A maioria das pessoas é egocêntrica, não se coloca no lugar do outro e não estão preocupadas com o que acontece ao seu redor, só querem saber de si mesmas.
Claro, não posso querer que as pessoas tomem as mesmas atitudes que eu, porque as pessoas são diferentes.Porém, se eu fosse a outra pessoa, eu teria feito o seguinte: ou eu teria esperado a pessoa voltar e entrar em contato e, quando a pessoa dissesse o que aconteceu eu a trataria normal, afinal a pessoa não passou por uma situação muito boa; ou eu mesma teria entrado em contato com a criatura para saber o que houve. Tão simples de resolver, mas não, as pessoas acham melhor resolver as coisas na estupidez, na ofensa e na crítica, tomando atitudes de pessoas superiores e evoluídas, o que não são pois estão aqui na terra.
Eu nunca disse que sou melhor que essas pessoas, porque também tenho os meus defeitos e estou aqui também, mas eu procuro me policiar para não criticar o outro e não admito que me critiquem. 
Se as pessoas aprendessem a se colocar no lugar do outro e a se respeitarem, com certeza muitas amizades não acabariam....
Amizades, casamentos, sociedades não acabariam e guerras não existiriam, apenas se as pessoas aprendessem a exercer essas três coisinhas simples: EMPATIA, RESPEITO E AMOR.
Mas infelizmente, nos dias atuais, é melhor criar uma boa briga, gastar muita energia à toa e sair no soco e na ofensa do que se colocar no lugar do outro, afinal, a culpa é sempre do outro e nunca minha.


Bem, Pensantes... era isso que eu queria escrever hoje.
Espero que tenham gostado e que deixem suas opiniões e sigam o Blog.
Vou ver se ainda hoje faço um vídeo sobre esse tema lá no Canal e aviso vocês.
Um grande abraço e lembrem-se:

RESPEITO SEMPRE!!!
RESPEITO ACIMA DE TUDO!!!


"Quem o ser humano pensa que é para analisar o outro se ele não conhece a si mesmo?" Pensadora Mascarada


quinta-feira, 30 de março de 2017

O amor e sua duração...

Olá Pessoas,

Retorno ao blog para postar um texto que encontrei na Zero Hora de 17, 18 de setembro de 2016.
Vou colocar na íntegra com todas a informações e contatos do escritor antes que algum maluco aqui resolva dizer que estou plagiando o texto do Paulo Germano.

Seguem as informações dele:

Paulo Germano
paulo.germano@zerohora.com.br

Quem se importa com um amor que dura

Por que a duração de um amor importa tanto? Tenho pensado nisso. Conheço casais que atravessaram décadas de infelicidade e conheço casais que duraram um ano, mas esse aninho foi suficiente para mudar suas vidas, para fazê-los crescer, para lhes mostrar novas visões de mundo e novos paradigmas de bem-estar e respeito.
Vivi um amor assim. Primeiro, chorei pensando que seria para sempre. Quero sempre que seja para sempre. Reconheço que ainda sonho com o amor eterno, com aquela mulher que me dará filhos em três anos e sopa na boca aos 60 anos, nós dois em 2076 abraçando um bisneto que engatinha pelado e toda essa baboseira romântica, mas tenho aprendido a celebrar o que tenho e o que tive, já que não sei o que um dia vou ter.
Tive a sorte de viver relações que, agora (quando tento ser menos exigente comigo), me fazem concluir que a duração não é a primeira coisa que devo almejar. A primeira coisa é que valha a pena. Que me transforme, me toque e me enriqueça. Se o propósito maior for fazer durar, então o amor será um repositório de concessões para que aquilo dure. Concessões são importantes, fundamentais eu diria, mas Contardo Calligaris certa vez escreveu o seguinte: "Amar não significa fechar os olhos para os defeitos do outro, mas achar graça neles."
Quer dizer: eu aqui, por exemplo, sou um amarrado - demoro muito para tomar banho, para me arrumar, para sair do trabalho, para escrever esta crônica. Sei que conviver comigo tem seus dissabores, mas também sei que um relacionamento deixou de valer a pena no momento em que a mulher, em vez de achar graça na minha atrapalhação, irrita-se com minha lerdeza. Se neste caso priorizamos a duração, talvez estejamos trocando uma separação oportuna por concessões que mais nos oprimem do que enobrecem.
Com frequência , a dor maior, quando uma relação termina, não é ver a pessoa indo embora - é ver o projeto se esfarelando. O projeto de ter alguém por perto em 2076, oferecendo sopa na boca depois que os filhos cresceram, depois que a casa da praia virou uma opção para morar. Mas colocar o projeto na frente da pessoa é valorizar a duração antes da própria pessoa. Já fiz isso e ainda faço.
Só não quero mais chamar de fracasso um amor que acaba.
Porque aquele amor que nos fez crescer, que abriu horizontes, que ajudou a entender o que queremos  - e o que nunca mais vamos querer -, este é o amor que fica, ainda que termine.  É um amor que nos fará viver melhor o amor seguinte. Dizem que os casamentos hoje duram menos porque ninguém suporta a primeira divergência. Tenho minhas dúvidas. Quero um amor para sempre, mas é ótimo que eu possa interrompê-lo sempre. É ótimo que eu possa agora olhar para trás e, com a ajuda do passado, entender o que espero do amor que virá ali adiante.



Agora a minha opinião:

Concordo plenamente com o texto do Paulo. As pessoas, pelo menos a maioria delas, se baseiam no tempo para tomar alguma decisão.
Quando uma pessoa é casada por 12 anos, por exemplo, e comunica aos conhecidos que se separou a primeira reação dos outros é: "Se separar? Mas vocês estão juntos há 12 anos!"
E o que a porcaria dos 12 anos te a ver com isso?
As pessoas se separam porque chega algum momento em que o relacionamento não dá mais para levar adiante. Um casal pode se separar depois de um ano de convivência.
Vocês já notaram como o ser humano é engraçado?
Se um casal se separa depois de 12 anos é um absurdo porque são 12 ANOS! Então é mais lógico que o casal continue por mais 12, 24 anos e assim vai.
Se um casal se separa depois de 1 ano também há comentários sobre a duração curta do relacionamento, como se as criaturas tivessem a obrigação de permanecer juntos até que a morte os separe.
Há o exemplo da separação da Fátima Bernardes e William Bonner depois de 26 anos. Os fãs do casal ficaram arrasados e chocados. Mas por quê? Os dois foram convivendo e com o tempo acabaram decidindo ir cada um para o seu lado. Eles se separaram porque a vida do casal, por alguma razão, começou a ficar desgastante. De repente um deles se cansou de uma mania do outro, ou um deles pensava só em si e queria mudar o outro, ou houve alguma traição e não houve mais jeito de ficar junto.
Ah, mas são 26 anos! Alguém pode dizer. Então as criaturas têm que permanecer juntas por mais 26 anos?
E se eles se separassem depois de 2 anos? Aí teria um mala sem alça para criticar que o tempo foi muito curto para que eles se conhecessem melhor antes de se separar.

Resumindo: o ser humano nunca está satisfeito com nada e adora dar opinião na vida dos outros.

Eu concordo com o Paulo quando ele diz que o que importa é a qualidade. 
Mas é óbvio que a qualidade deveria ser priorizada sempre!
Como é que a criatura escolhe viver com o outro sem se preocupar com isso? Acredito eu que as pessoas quando decidem casar é porque querem partilhar uma vida juntos, ter um amigo, um companheiro, ser feliz. Mas, se com o tempo isso não acontece, melhor cada um seguir seu rumo.
Tem gente que aguenta décadas ao lado do outro que nem ama mais porque é conveniente, cômodo ou porque tem medo da solidão. Mas vale a pena desperdiçar anos de vida levando uma situação que já não tem volta? Vale a pena permitir que o outro te faça infeliz, tente te mudar e não te respeite só porque vocês estão há 12, 26 ou 40 anos juntos?
O objetivo das pessoas casarem (exceto os casamentos por interesse) é, no mínimo, ser feliz. Agora quando um resolve querer mandar, obrigar o outro a fazer o que não quer e o mais absurdo de todos, não respeitar o outro, não haverá tempo do mundo que concerte isso. Na minha humilde opinião, um casamento só da certo quando, antes de tudo, há respeito. Primeiro as pessoas devem se respeitar antes de qualquer coisa. Como tu vais amar alguém que não te respeita? E como tu podes amar alguém se tu não a respeita?
Não adianta jurar amor eterno se ao longo do tempo o casal perder o respeito um pelo outro.
Simples assim.
Dizem que estamos aqui para evoluir e aprender, então quando a pessoa percebe que não está mais sendo feliz e que o respeito há muito se foi, mesmo que seja dolorido e complicado, o mais sensato a fazer é encerrar o capítulo e seguir em frente.
Mesmo que seja provada a vida após a morte, nosso tempo aqui é finito e não há lógica em desperdiçá-lo com pessoas que não te respeitam. Antes de tudo deve haver o respeito por si mesmo. Se tu não te respeitares e te anulares em prol do outro não terás argumento algum para exigir o respeito do outro e ainda estará jogando anos preciosos da tua vida fora. E o que foi não volta mais.
Então enquanto não criam uma máquina do tempo para arrumar as cacas que fizemos ao longo de nossas vidas, o melhor ainda continua sendo o respeito. 
Quando não fazemos ao outro o que não queremos receber é possível sim manter um casamento feliz, saudável e duradouro até que a morte os separe. Amém.

Bem Pessoas, por hora era isso. Fico por aqui já pensando no assunto da próxima postagem.
Pretendo fazer um vídeo lá no meu canal no Youtube Verdade mentirosa, mentira verdadeira, sobre esse mesmo assunto. Logo que o vídeo estiver pronto, avisarei a vocês.
Até a próxima e...
Respeito acima de tudo.